COLEÇÃO CINEMA E PSICANÁLISE - FILMES QUE CURAM - VOLUME 3

(ref.: 9788584440603 (CO))

Autor: CHRISTIAN INGO LENZ DUNKER / ANA LUCILIA RODRIGUES
Editora: NVERSOS
Coleção: CINEMA E PSICANÁLISE
Ano: 2015 - 2ª Edição
Número de páginas: 118
Categoria: Psicanálise, Arte e Cultura

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R$ 32,00
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  • Sumário
  • Sinopse

Apresentação da coleção; 7

Prefácio; 9
Mario Eduardo Costa Pereira

1. O infantil e a infância em Léolo - Porque eu sonho, de Jean-Claude Lauzon; 15
1.1 - Leituras e contraleituras da infância; 16
1.2 - Narrativas à infância; 20
Christian Ingo Lenz Dunker

2. Toda nudez será castigada, de Arnaldo Jabor; 31
2.1 - Personagem: Nelson Rodrigues; 32
2.2 Toda nudez será castigada: o filme; 39
2.3 - Conexão psicanalítica; 42
2.4 - Conclusão; 45
Geraldino Alves Ferreira Netto

3. A imagem cruel - a violência no (do) cinema; 49
3.1 - A questão; 50
3.2 - Documentando o terror; 50
3.3 - Imagem traumática; 52
3.4 - O triunfo do virtual; 54
3.5 - Para além do além; 57
3.6 - Sexualidade, morte e transgressão; 59
3.7 - O cinema radical; 61
Miriam Chnaiderman

4. O familiar e o estrangeiro: as incidências de um pai em lavoura arcaica, de Luiz Fernando Carvalho; 67
Gonçalo Moraes Galvão

5. Gênero e sexualidade em Tomboy, de Céline Sciamma; 79
5.1 - Enredo e narrativa; 83
5.2 - Gênreo e identidade; 88
Rafael Kalaf Cossi

6. Teoria do ato moral em um mundo melhor, de Susanne Bier; 93
João Felipe Domiciano / Christian Ingo Lenz Dunker

7. O capitão nascimento nas mãos de Robespierre: a violência divina e o abismo do ato político; 103
Roberto Propheta Marques / Christian Ingo Lenz Dunker

O diálogo entre cinema e psicanálise possui incontáveis possibilidades.
Em um mútuo enriquecer, é notável a liberdade com que aqui, neste volume, Filmes que curam, se vão enfrentando diferentes alternativas.
Para não falarmos do campo mais específico de um trânsito de noções e conceitos das duas áreas, necessário e esclarecedor ao trabalho crítico, ocorre-nos que a prá tica da análise fílmica já guardaria, por si mesma, algo de inextricavelmente próximo daquilo que se ex - perimenta na análise psicanalítica.
De modo análogo, podemos pensar na sessão de psicanálise como não tão diferente de uma sessão de cinema. Assemelham-se enfim, malgrado toda diferença cabível, as práticas daquele que se põe a ler um filme e daquele que se põe a escutar um sujeito.
Em um encontro que pensa a relação entre psicanálise e cinema, cumpre reafirmar a arte como abertura necessária na compreensão de nossa clínica e escuta psicanalítica.
O cinema e o sonho, o imagético como constituinte do processo simbólico, enraizamento do simbólico no não-simbólico, eis questões que um mergulho nessa temática desperta e intensifica.
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