DORES E ODORES - DISTÚRBIOS E DESTINOS DO OLFATO

DORES E ODORES - DISTÚRBIOS E DESTINOS DO OLFATO

Código: 9788576360858 (CO)


Autor: Cristiane Curi Abud



Editora: Via Lettera

Ano: 2009

Número de páginas: 152

Categoria principal: Teoria Psicanalítica



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A respiração implica em sensações olfativas involuntárias. Assim, ao respirarmos, necessariamente sentimos cheiros que podem remeter ao passado, ao que desejamos no futuro ou simplesmente, cheiros inéditos, que marcam tão somente o momento presente. A recordação tem um valor intenso para o homem até mesmo para sua constituição enquanto indivíduo e membro de um grupo. O homem guarda em si a necessidade constante da reconstituição de seu passado. O insuportável mau cheiro da memória. Eis do que sofrem as duas pacientes que inspiraram este livro. Se para alguns existem aqueles aromas fugazes, deliciosos, dos quais as pessoas tentam lembrar-se na tentativa de reproduzir o prazer que proporcionam, para outros, há apenas o insuportável mau cheiro da memória, do qual tentam livrar-se, para libertarem-se do desprazer e da dor por ele despertados. Da. Bernarda sente aquele cheiro de borracha queimada, que lembra o pneu da Kombi derrapada, causa do acidente que matou sua filha. E Leila, que passa mal com o cheiro de um produto de limpeza, que faz lembrar o formicida com o qual sua mãe se matou.

Prefácio 11
Introdução 15


Capítulo 1
do faro ao olor 19
1.1. O faro 19
1.2. O recalque 23
1.3. O olor: sublimes aromas 27
1.3. 1. A Antiguidade 27
1.3.2. A Idade .11édia e o Renascimento 34
1.3.3.Século XVIII 37
1.3.4.Doséculo XiX até os dias de hoje 38


Capítulo 2
casos clínicos 41
2.1. Bernarda 42
2.1.1. Destinos da pulsão 46
2. 1.2. Narcisismo e relação de objeto 51
2.1.3. Conuturansferência 60
2. 1.4. Algumas considerações 61
2.2. Leila 65
2.2.1. Destinos da pulsào 71
2.2.2. Varcisismo, relaçào de objeto e contratransferência 76

Capítulo 3
perversão dos fedores 79
3.1. "Inter Ieeces et urinas nuscimur" 80
3.2. A revelação 84
3.3. O calvário 87
3.4. A assunção 99
3.5. A morte e ressurreição 101


Capítulo 4
podemos falar em pulsão olfativa? 103
4.1. A primeira teoria das pulsões 104
4.1.1. Fliesseo nariz 104
4.1.2. Freud: da anatomia ao sentido 105
4. 1.3. A pulsão através das fases do desenvolvimento da libido 114

4.1.3. 1. Abraham e a fase anal I14
4.1.3.2. Um salto no tempo  118
a. Anzieu e a fase oral 118
b. McDougall e a fase oral124

c. Shengold e a fase fálica 125

4.2. A segunda teoria das pulsões 127

4.2.1. René Roussilon e as representações 127
4.2.2. Séchaud: olfato, da apresentação à representação 128
42.'3.Jacoby: o status psiquico olfato 131
4.2.4.Stanley: olfato e mundo pulsional 133
4.3.Discussão 135


referências bibliográficas 143



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